agosto 03, 2007

E eu espero...


E eu espero...,
Espero que voltes e me toques
Que telefones, que digas que choques
Nem que seja com uma asneira ou brincadeira
Palavrão feito ou flor que não se cheire.
E eu espero,
Espero até que anoiteça e adormeça
A minha vontade que vacila onde começa
Aqui esperando onde me vivo e deito sozinha
No fino toque do cabelo e do caminho.
Mas eu espero,
Espero calma tranquila confusa
Na doce lembrança do passado difuso
Acertado e estimulante
Por vezes verdadeiro, outras vezes errante.
Espero, até quando o desespero!

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